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E destacamos a relevância de ir além da conectividade, que garante a continuidade do trabalho e do aprendizado, que traz novas formas de entretenimento e aproxima as pessoas mesmo distantes fisicamente.

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profissionais da tecnologia

Profissionais de tecnologia são deportados na Suécia, entenda o por quê

Era uma vez, um rapaz, muito feliz e trabalhador, que pertencia a um grupo de profissionais da tecnologia, que fez aula de sueco, matriculou o filho numa creche na Suécia e se dedicou a esquiar pelas rampas congeladas do país para se acostumar com suas baixas temperaturas.

Porém, de repente, tudo mudou: o iraniano Ali Omumi foi convidado pela Suécia a se retirar do país, mesmo tendo passado mais de três anos por lá e com um cargo bem remunerado e uma conceituada empresa de energia e tecnologia.

Photo by Jonathan Brinkhorst on Unsplash

Mas, por quê isso está acontecendo? No artigo de hoje vamos falar um pouco sobre essa terrível tragédia que anda acontecendo nas famílias dos profissionais de tecnologia que trabalham na Suécia.

A falta de profissionais da tecnologia na Suécia

Atualmente, a Suécia está com uma escassez de profissionais de tecnologia graduados e qualificados nas áreas de engenharia e programação. Por esse motivo, as empresas desses ramos estão de olho em pessoas de outros países que possuam estas certificações.

A partir daí, muitos estrangeiros mudam-se para o país a cada ano para trabalhar e permanecer por lá, já que a qualidade de vida na Suécia é muito boa, fora a remuneração que essas empresas oferecem aos seus empregados.

Os vistos de trabalho desses profissionais de tecnologia estão vinculados a um trabalho específico, porém, se aqueles que desejam mudar de empresa podem iniciar novas funções: basta que seu visto seja renovado.

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Mas, por quê, então, os profissionais da tecnologia estão sendo deportados?

É aí que começa a polêmica: os profissionais de tecnologia que não são da União Europeia, como o rapaz citado na história no começo desse artigo, tiveram seus pedidos de renovação negados.

O pior foram os motivos: pequenos erros administrativos cometidos por ex-empregadores durante a estadia dessa gente na Suécia.

Além desse pequeno fator, outros erros agravam a situação desses estrangeiros na Suécia: pagamento incorreto de pensão, questões relacionadas a seguro, excesso ou férias insuficientes.

Essa deportação leva o nome de “kompetensutvisning” que quer dizer “expulsar alguém que possua habilidades exigidas no mercado de trabalho” e desperta uma polêmica ardente no país.

A deportação de Ali em 2016 desencadeou uma petição assinada por mais de 10 mil pessoas no país, que, fez um cofundador do Spotify Daniel Ek admitir que 15 dos principais profissionais de sua empresa, foram ameaçados de deportação.

A Startup Grind realizou um evento chamado “Keep The Talent” em protesto contra a atitude da Suécia em acabar com os profissionais da tecnologia internacionais.

A confusão foi tanta que até a Diversity Foudation relatou em sua grande pesquisa que mais de 80% desses profissionais deportados tiveram sua saúde debilitada. Esses profissionais de tecnologia estão se sentindo mais inseguros sobre o sistema jurídico do país.

Qual foi a causa dessas deportações?

Segundo a advogada Alexandra Loyd, a raiz de todo esse problema vem da interpretação da Agência Sueca de Migração de uma decisão do Tribunal de Apelação de Migração.

Esta agência disse que os vistos não seriam mais prorrogados para esses trabalhadores porque seus empregadores não respeitaram as normas da indústria.

O resultado foi o número de deportações ter crescido expansivamente. Em 2017, foram 1000 pessoas com renovações de seus vistos negados. No entanto, algumas podem não ter sido pela simples razão de pequenos erros administrativos.

Este é um dos costumes na área trabalho na Suécia que tem uma longa história com sindicatos e acordos desenvolvidos para proteger os direitos dos trabalhadores e com os profissionais da tecnologia.

A melhora da situação

Essa situação começou a melhorar para os profissionais da tecnologia graças a uma emenda na lei que permite aos empregadores corrigir erros de forma retroativa.

Pelo menos 550 pessoas tiveram seus vistos de trabalho negados em 2019, incluindo uns 50 trabalhadores da área de TI e programação.

Quem ainda é afetado com isso são os profissionais da tecnologia que permaneceram no limbo. Alguns deles ainda recorrem na decisão que negou a renovação do visto.

Porém, existem aqueles que perderam a batalha jurídica, mesmo já estando em uma empresa diferente daquela que o prejudicou com os erros administrativos (como as startups).

Photo by Jon Flobrant on Unsplash

Contudo, esses profissionais não estão em uma situação tão ruim quanto outras que devem estar passando por necessidades ou foram deportados para o seu país de origem graça a um erro pequeno que as empresas cometeram.

Conclusão: nem quando um país tão perfeito quanto a Suécia foge de erros que pode acabar com vários profissionais de tecnologia e suas famílias por um pequeno erro de empresa.

Mesmo sendo um país de primeiro mundo que dá aos seus moradores com uma qualidade de vida invejável e uma boa remuneração aos seus trabalhadores.

Ao contrário do que se deve pensar, todos somos humanos e falhamos, mas todos os erros deverão ser corrigidos e com os profissionais da tecnologia não é diferente.